O Blog Interactivo da GEOGRAFIA dinamizado pelos alunos do terceiro ciclo da Escola EB 2.3 D.Luís de Ataíde / PENICHE

16.3.09

TELECOMUNICAÇÕES / 11º ANO

Videofone e videoconferência o que são?

Videofone e um aparelho que funciona como um telefone comum, mas permite ver o interlocutor, que pode estar usando videofone, videoconferência ou mesmo uma webcam.
Com tela colorida de quatro polegadas e resolução de 480 x 235 pixel, o videofone transmite até 30 quadros por segundo. O sistema de áudio conta com cancelamento de eco Full Duplex (sistema de comunicação composto por dois interlocutores que podem comunicar entre si em ambas direcções).
Uma videoconferência consiste em uma discussão em grupo ou pessoa-a-pessoa na qual os participantes estão em locais diferentes, mas podem ver e ouvir uns aos outros como se estivessem reunidos em um único local.
Os sistemas interpessoais de videoconferência possibilitam a comunicação em tempo real entre grupos de pessoas, independente de suas localizações geográficas, em áudio e vídeo simultaneamente.
Esses sistemas permitem que se trabalhe de forma cooperativa, compartilhando informações e materiais de trabalho sem a necessidade de locomoção geográfica.

Para que servem?

Videoconferência

A maioria das videoconferências actuais envolve o uso de uma sala em cada localidade geográfica, dotada de uma vídeo-câmera especial e facilidades para apresentação de documentos.
Em alguns sistemas, simula-se uma reunião como se todos os participantes estivessem na mesma sala, ao redor de uma mesa. Em geral, a videoconferência tradicional requer interconexão especial através do telefone com grande largura de banda. Actualmente estão sendo utilizadas redes ISDN e ATM.
Com os avanços da tecnologia, proporcionando processadores mais rápidos e melhores esquemas de compressão de dados, um novo tipo de videoconferência, a conferência desktop, tornou-se viável. Ao contrário das videoconferências em salas especiais, exigindo equipamentos especiais e caros, a videoconferência em desktop pode ser realizada através da inclusão de software e hardware em computadores padrão.

Videofone

É possível fazer transferência, marcação rápida, redireccionamento e espera de chamadas. Por estar ligado directamente à Internet, o videofone também recebe e envia e-mails.

Impactos e utilização no mundo actual?

Videoconferência

Usada de forma eficaz, a Videoconferência tem um impacto extraordinário na forma como as pessoas fazem negócios, bem como nos ganhos de produtividade que permitem obter. Mas de que forma esses ganhos são conseguidos? Os sistemas de Videoconferência mais recentes ultrapassam a simples comunicação de áudio e vídeo. A capacidade de partilhar facilmente qualquer tipo de informação imprimiu uma nova dinâmica às sessões de Videoconferência, por vezes impossível até numa reunião local. Como resultado, as decisões são tomadas mais depressa, maior rapidez no lançamento de novos produtos e serviços, permitindo estar à frente da concorrência.

A Videoconferência permite aumentar a produtividade por intermédio da redução de custos directos e pela consequente diminuição do tempo perdido em deslocações.
Apesar de os aumentos de produtividade serem o mais importante para as organizações, um efeito adicional ao uso do vídeo é a poupança associada à redução do número de viagens. No cenário actual, em que as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a segurança e com perdas de tempo associadas a viagens, a Videoconferência irá beneficiar as organizações de uma forma extraordinária.

A Videoconferência permite ainda obter outros benefícios, tais como a redução do “downtime” e da melhoria da qualidade de vida dos participantes nas reuniões, aumentando a disponibilidade dos elementos decisores nas organizações. A Videoconferência deve também ser vista como um avanço em relação ao telefone e às viagens – uma forma de fortalecer os contactos com colegas afastados geograficamente e com clientes, entre visitas pessoais e conversas telefónicas.
O objectivo da Novabase é demonstrar o valor da Videoconferência e o que esta tecnologia pode fazer pela sua organização. Este compromisso é atingido pela colaboração com os clientes, ajudando-os a definir a melhor configuração para as suas necessidades e assegurando que estes conseguem atingir o melhor retorno do seu investimento.
Podem ser realizadas sessões de vídeo-conferência de dois tipos:
Ponto-a-ponto, que implica a utilização de apenas duas unidades de vídeo-conferência, em comunicação directa;

Multi-ponto, em que estão envolvidas mais de duas unidades de vídeo-conferência. Neste caso, é necessário utilizar os serviços de um MCU (Multipoint Control Unit). O Centro de Informática dispõe de um MCU com capacidade para controlar 12 unidades de vídeo-conferência.

Videofone

No mundo da informática tem vindo a notar-se significativamente uma evolução constante e diária de todos os seus componentes de hardware ou software.
Desta forma a vida na terra tende a ser manipulada por computadores e afins.
Este facto não é de todo desvantajoso, pelo contrário facilita muito a vida das pessoas, pois existiam coisas que o próprio ser humano não está apto para o fazer e que uma máquina faz muito bem.

O caso concreto que, ao longo deste documento, será explorado e avaliado, é a utilização de codecs de vídeo streaming, isto é, compressão de ficheiros de vídeo para transmiti-los numa rede. Focando como principais objectivos as tecnologias e normas existentes para fazer streaming de vídeo.
Resumidamente identificar-se-á as normas livres e proprietárias existentes e aprofundar-se-á a norma H.624 desde a sua origem, passando pela sua evolução,
até ao seu processamento.
Se foi um dos milhares de Representantes ACN (http://www.accenture.com/ ) que participou na Convenção Internacional de Colónia no princípio deste mês, terá estado entre os primeiros a ver o incrível potencial do Videofone ACN que está prestes a surgir! Sendo já um dos líderes nas vendas de videofones em todo o mundo, o ACN está determinado a ter um impacto significativo no mercado europeu com este novo produto emocionante, e, tal como muitos representantes ficaram agora a saber, - ver é crer!

O novo Videofone ACN está actualmente a ser finalizado para o mercado europeu e será lançado em vários países, este ano, juntamente com o serviço de Telefone Digital ACN.
Para além de ser um dispositivo inovador de comunicação, o Videofone tem disponíveis outras características fantásticas, nomeadamente:
Ecrã digital a cores de alta resolução 7” (18 cm)
Câmara digital
Moldura de foto digital
Disponível a mais alta qualidade de telefone com vídeo animado
Porta USB (download de imagens e vídeo)
Saída de Áudio/Vídeo para altifalantes externos e ecrã LCD
Browser ACN: faça o download de toques, vídeos, música e conteúdo de produtos ACN
Características de Chamadas: Chamadas em espera, Exibição do número, Reencaminhamento de chamadas
Correio de Voz/Vídeo: saudação em vídeo, receber correio de vídeo

Bibliografia:

http://info.abril.com.br/aberto/infonews/102004/27102004-6.shl
http://penta.ufrgs.br/pgie/workshop/mara.htm
http://www.novabase.pt/showCategory.asp?idCat=VideoConferencia_EN
http://reps.acneuro.com/acninaction/2008/03_26/KO_1_Portuguese.htm
http://209.85.129.132/search?q=cache:PsNYGUs2-zoJ:https://woc.dei.uc.pt/weboncampus/getFile.do%3Ftipo%3D2%26id%3D6875+para+que+serve+o+videofone%3F&hl=pt-PT&ct=clnk&cd=12&gl=pt.

Trabalho elaborado por:

Cátia Santos nº8
Bruna Lopes nº3
Nelson Ramos nº21
Helder Gonçalves nº13

TELECOMUNICAÇÕES / 11º ANO





























TELEMÁTICA

É a comunicação a distância de um conjunto de serviços informáticos fornecidos através de uma rede de telecomunicações.
Telemática é o conjunto de tecnologias de transmissão de dados resultante da junção entre os recursos das telecomunicações (telefonia, satélite, cabo, fibras ópticas etc.) e da informática (computadores, periféricos, softwares e sistemas de redes), que possibilitou o processamento, a compressão, o armazenamento e a comunicação de grandes quantidades de dados (nos formatos texto, imagem e som), em curto prazo de tempo, entre usuários localizados em qualquer ponto do Planeta

A telemática pode ser definida como a área do conhecimento humano que reúne um conjunto e o produto da adequada combinação das tecnologias associadas à electrónica, informática e telecomunicações, aplicados aos sistemas de comunicação e sistemas embarcados e que se caracteriza pelo estudo das técnicas para geração, tratamento e transmissão da informação, na qual estão preservadas as características de ambas, porém apresentando novos produtos derivados destas.

Neste contexto, a telemática encontra na internet a sua representação máxima, se considerarmos que uma das definições clássicas para a rede mundial é ser um "conjunto de computadores ligados mundialmente através de vários sistemas de telecomunicação".

Repercussões económico-sociais

As redes e o serviços telemáticos estão hoje presentes em, praticamente, todos os sectores de actividade humana, ajudando a dar-lhe novos modelos organizativos, novas estruturas, novos procedimentos:
Banca
Comércio
Saúde
Educação
Transportes
Turismo
Administração e governo, entre outros.
As redes e os serviços telemáticos são parte integrante da morfologia social das actuais sociedades.
A lógica de “estar em rede” determina largamente os processos de produção, de experiência, de poder e de cultura... e as tecnologias da informação fornecem a base da sua extensão à sociedade inteira.

As tecnologias da informação e da comunicação podem criar novas barreiras sociais:
Infoexclusão
Desigualdades de acesso
Desigualdades na capacidade de “saber tirar partido”

Factores críticos:

Económicos
Infra-estruturais
Cognitivos
Motivacionais

Transporte da informação
Uma das características principais da área telemática é o estudo e o desenvolvimento de técnicas para o transporte da informação, tendo associada a ela a comunicação de dados e o conjunto de enlaces que interligam dispositivos que permitem a comunicação entre os diversos sistemas.
Esse estudo compreende também as novas arquitecturas de redes de transporte (SDH, WDM, etc.) e seus protocolos, o desenvolvimento de sistemas de transmissão utilizando enlaces por fibras ópticas, a codificação e a criptografia em sistemas de comunicação de dados, estudo e desenvolvimento de software para análise e simulação de sistemas e simulação de dispositivos para equipamentos de telecomunicações.
Nas redes de computadores, tem como proposta a interligação dos dispositivos que se encontram junto ao processo produtivo como um todo, de acordo com as propostas de padronização dos organismos internacionais. A telemática envolve, assim, o domínio das técnicas necessárias para o desenvolvimento de protocolos e algoritmos de acordo com a filosofia do modelo RM-OSI e o desenvolvimento de dispositivos electrónicos como sensores e actuadores, fornecendo dessa forma, a base necessária para a construção de sistemas e aplicativos distribuídos.


O perfil do profissional
Com a presença marcante da informática em várias áreas tecnológicas, especialmente nas redes de computadores e sistemas de telecomunicações, surge a necessidade de um profissional apto a convergir informações comuns a essas áreas, e, por conseguinte, capacitado a desempenhar um papel de elemento de ligação entre esses segmentos.
O campo de actuação desse profissional encontra-se em ambientes que requerem soluções de conectividade e segurança, inclusive em ambientes heterogéneos, que vão desde ambientes de processamento de dados, redes de telecomunicações, administração e segurança de redes locais de computadores, entre outras.
Competências
O profissional em telemática deve ser capaz de compor equipes de projectos multidisciplinares e estar apto para:
Elaborar e implantar projectos lógicos e físicos de redes locais de computadores e redes de comunicação de longa distância;
Prover a conectividade entre sistemas heterogéneos;
Diagnosticar e solucionar problemas relacionados à comunicação de dados;
Especificar e implementar soluções de rede, envolvendo definições de topologias, equipamentos, arquitecturas e protocolos de comunicação, observando as normas e padrões vigentes;
Desenvolver protótipos de sistemas embarcados, móveis, telecomandados, e de comunicação de dados, entre outros;
Aceitar e certificar projectos de redes de comunicação em geral;
O alvo das actividades desse profissional também inclui o levantamento de necessidades, dimensionamento, especificação técnica e avaliação de equipamentos de informática, tais como computadores, dispositivos de comunicação remotos, roteadores, concentradores, interfaces e outros dispositivos de conexão à rede, além é claro, da especificação técnica e avaliação de softwares, tais como sistemas operacionais de rede, protocolos de comunicação, servidores de comunicação, aplicações cliente/servidor, sistemas gerenciadores de bancos de dados e outras soluções.
Não menos importante é uma formação para o exercício da cidadania e adaptação às novas modalidades do exercício do trabalho e gestão empresarial. Nesse aspecto, o profissional deve estar apto a actuar, de forma ética e empreendedora, individualmente ou em equipa.
O profissional de telemática poderá actuar em empresas que lidam com sistemas embarcados (montadoras de automóveis, por exemplo), empresas de telecomunicações em geral, prestadores de serviços de TV a cabo e por assinatura, provedores de acesso à Internet, empresas que utilizam redes de computadores, entre outras.

Conclusão

Os profissionais em telemática devem possuir um perfil que inclua conhecimentos técnicos suficientes para atender à crescente demanda de um mercado de trabalho cada vez mais especializado, que tem seu foco nas áreas de comunicação de dados, redes de computadores, sistemas distribuídos e de telecomunicações, além de uma formação humana que os habilite a encarar as constantes mudanças por que passam essas áreas, permitindo sua permanente actualização e favorecendo a sua adaptação às novas tecnologias.
Essa postura possibilita, ao mesmo tempo, um contacto com as novas tendências emergentes de um mundo globalizado e atende as exigências dos novos padrões, tornando o profissional capacitado a agir como agente transformador, trabalhando em prol do permanente desenvolvimento tecnológico.

Vídeo Texto

O videotexto surgiu na década de 70 procurando utilizar dois componentes
existentes nas residências: o telefone e o televisor. A ideia era ligar o
Telefone e o televisor, possibilitando que sinais na rede telefónica
Pudessem ser descodificados e apresentados na tela do televisor doméstico.
Além disso, para possibilitar que fosse interactivo foi necessário um adaptador com teclado que possibilitasse essa função.

Aplicações:

Serviços de informação: com noticias jornalísticas, anúncios e
Informações de lazer como cinema, teatros, etc.
Telesoftware: transferência através do serviço VIDEOTEXTO de programas e arquivo.
Teleshopping: compras a distância, sem o uso de combustível e tempo de trânsito, através do serviço.
Homebank: prestação de serviços através de instituições bancárias.
Fornecendo informações de saldo, extractos de conta corrente, opções de investimento, etc.
Serviço de reservas: para agências de turismo, hotéis, restaurantes.

Foi um serviço instituído pela Companhia Telefónica, operando a velocidade 1200/75 bps, full-duplex.
Teoricamente, só estava disponível para quem era assinante. A pessoa requisitava e entrava numa fila imensa para ter o seu terminal de Videotexto em casa. Algo parecido com esperar conseguir um telefone.
Naquele tempo quando ainda se falava do filme "Wargames" e do "poder" que a pessoa podia adquirir comprando um computador, o Videotexto era algo parecido com o que hoje conhecemos como Internet. Havia vários terminais de videotexto em Shoppings, Bibliotecas e Centros Culturais. Basicamente, era uma forma de "introduzir" e "desmistificar" a informática para o cidadão comum, que alias não via muito sentido em pagar o preço altíssimo por aqueles micros de 64 KB que havia nas lojas.
Mas o videotexto, embora atrapalhado pela falta de previsão quanto a popularidade, foi o ponto de partida para vários projectos informatizantes, como a Escola do Futuro, que actualmente usa a Internet como forma de ligar várias escolas, incrementando o gosto do aluno pelo ensino, tal como o videotexto incrementou o gosto de muitos pelo Computador.

Minitel

Minitel é uma rede nacional de recuperação de informações, existentes na França, que fornece milhares de serviços de dados a milhões de lares. O serviço de Videotexto on-line, Minitel, foi lançado na França em 1982 pelo PTT (Poste, Téléphone et Télécomunications, tradução para o português: correio, Telefone e Telecomunicações). Desde 1991 que o serviço está dividido entre a França Telecom e o [[La Poste]]. Quando foi criado, os usuários faziam compras on-line, reservas para o trem, checavam o stock de preços e contactos de telefone, e, ainda estabeleciam um Chat similar com aquele que é feito pela Internet.

Bibliografia:

http://www.projetoderedes.com.br/artigos/artigo_quem_eh_o_profissional_de_telematica.php
http://student.dei.uc.pt/~cma/Sf/sf3.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Telem%C3%A1tica


Trabalho elaborado por:

Catarina Penafria nº4
Daniela Santos nº9
Joana Ramos nº16
Marlene Santos nº19
11ºB

14.1.09

QUALIDADE DE VIDA URBANA



RECUPERAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA URBANA:

Para que os problemas de exclusão social, trânsito, entre outros, sejam travados, são necessários programas/projectos que sejam dirigidos através de um panorama de desenvolvimento sustentável e de recuperação da qualidade de vida urbana. Para tal, vai-se focar em cinco aspectos que, à partida, são imprescindíveis para melhorar/recuperar a qualidade de vida urbana: transportes urbanos e mobilidade; recolha e tratamento dos resíduos urbanos; integração social e segurança; potencializar o envelhecimento; e por fim, reabilitação e renovação urbanas.
1. Transportes Urbanos e Mobilidade:
No nosso quotidiano necessitamos de nos deslocar de um local para o outro, no entanto, esta mobilidade está mais centrada no uso massivo do automóvel, não havendo uma preocupação no sentido de preservar o ambiente (atmosfera), a sociedade (menos trânsito significa menos stress) e a economia (gastos dos combustíveis).
Para travar esta situação, são necessários vários esforços, pois a mentalidade da sociedade é difícil ser alterada devido ao comodismo das pessoas. Com efeito, têm surgido diversas iniciativas que promovem uma maior utilização dos transportes colectivos. Exemplo disso é a cidade de Évora que, implementou uma iniciativa para melhorar a mobilidade do centro histórico desta cidade.
Além disso, a DGTT (Direcção-Geral dos Transportes Terrestres) e a Associação Portuguesa do Veículo Eléctrico, juntaram-se para promover soluções tecnológicas alternativas, como o gás e electricidade, aplicadas a transportes públicos.
Com estas iniciativas têm-se visto resultados positivos, mas, são números que ficaram muito aquém da expectativa.
2. Recolha e Tratamento dos Resíduos Urbanos:

A densidade populacional e a produção de resíduos urbanos estão puramente inter-ligadas visto que ao aumentar a densidade populacional a produção dos resíduos urbanos aumenta.
Efectivamente, nas cidades existe um acréscimo da população e, por conseguinte, há uma maior produção desses detritos.
Para se combater este nível, deve haver uma maior participação cívica da população, ou seja, deveria haver um comportamento mais ecológico. Por exemplo, utilizar a política dos 3 R’s – Reciclar, Reutilizar e Reduzir.
Além disso, são necessárias construções de equipamentos de tratamento e distribuição de água própria para consumo com o intuito de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos.

3. Integração Social e Segurança:
A exclusão social é um fenómeno social que ocorre frequentemente na cidade devido à mistura de categorias sociais. Juntando a esta problemática social, a insegurança é motivo de muito alarmismo pois com o sentimento de exclusão que estes sentem, podem-se tornar marginais, o que provoca muita insegurança. Isto tem crescido exorbitantemente e por conseguinte, surgem cada vez mais organizações, sem fins lucrativos, e até mesmo as próprias câmaras tentam combater esta exclusão e assim diminuir a criminalidade e insegurança.
4. Potencializar o Envelhecimento:
Nas cidades portuguesas há uma maior concentração de idosos que vivem sozinhos, onde a solidão está associada
à pobreza. Isto deve-se, em grande parte, ao modo como a respectiva autarquia olha e integra esta estrutura etária, isto é, existem cidades que não dão oportunidades, ao nível da saúde por exemplo, para que os idosos não se sintam “à parte” da sociedade.
Actualmente, existe um projecto dirigido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que defende o envelhecimento activo da população.
5. Reabilitação e Renovação Urbanas:
Verificam-se nas grandes cidades, construções degradadas que devido à emigração, ao abandono e à incapacidade física e mental da população (população mais idosa) não reabilitam estas propriedades. Por conseguinte, surgem inúmeras acções, tanto a nível europeu como a nível nacional, para reabilitar, isto é, melhorar as condições; requalificar, ou seja, adaptar; e por fim, restaurar, isto é, valorizar a propriedade em questão.
Estes três conceitos são essenciais para uma boa reabilitação e renovação urbanas.
Conclusão:
Todas estas formas de solucionar/combater alguns problemas urbanos, necessitam de um trabalho e organização árduos para que tudo seja realizado positivamente. No entanto, e numa perspectiva pessoal, nem todas as medidas implementadas são realizadas com sucesso devido ao desinteresse por parte das câmaras e também da parte da população dado que a maioria da população é deveras individualista.

Escola EB 2,3/S de Vila Flor
Ano Lectivo 2008/2009
Trabalho Elaborado Por:
Joana Bastos N.º15, 11ºB.

A QUALIDADE DE VIDA URBANA



Introdução

Ao longo desta proposta de trabalho vão ser focados cinco itens que podem melhorar a qualidade de vida urbana de forma sustentável. Os itens são os transportes urbanos e mobilidade, recolha e tratamento de resíduos urbanos, integração social e segurança, potencializar o envelhecimento r reabilitar e renovar as áreas urbanas.

Recuperação da qualidade de vida urbana
1. Transportes urbanos e mobilidade;
Os sistemas de mobilidade têm de ser sustentáveis nos aspectos ambientais, sociais e económico-financeiros, isto exige uma articulação coordenada de políticas transversais e promoção de atitudes e comportamentos para que a mobilidade urbana se descentralize do recurso ao automóvel.
Assim tem havido iniciativas ao uso dos transportes públicos como por exemplo o “dia europeu sem carros” (22 de Setembro) e a iniciativa da carris (aos fins-de-semana e feriados entram em funcionamento dois autocarros da carris que transportam bicicletas).
Os principais objectivos do “dia europeu sem carros” incidem na sensibilização das pessoas para o uso de transportes públicos, criar uma oportunidade para experimentar viver de forma diferente e demonstrar que quantos menos carros maior qualidade de vida existe.
Para além desta campanha é necessário:
-novas ciclovias e zonas pedestres;
-sistemas melhorados de transporte colectivo,
-aluguer e empréstimo de bicicletas;
-partilha do automóvel.
Após estas medidas cabe a cada autarquia decidir o número de veículos que podem entrar no centro das cidades.
Por exemplo em Évora foi criada a LinhaAzul, ou seja, parques de estacionamento na zona extramuros e transportes a fazerem ligação com o centro da cidade.
2. Recolha e tratamento dos resíduos urbanos;
Para que a qualidade de vida melhore no que respeita à recolha e tratamento de resíduos urbanos é necessária uma
maior participação cívica das cidades ao nível ecológico. Assim, têm sido propostas várias actividades e medidas no que respeita aos resíduos sólidos urbanos (RSU). Por exemplo em 2007 a separação do lixo em Estarreja aumentou 30%. A empresa Lipor lançou um novo projecto denominado como ECOMENSAGENS que consiste no envio de dicas no que toca a boas práticas ambientais através do telemóvel.
Para que esta melhoria suceda é necessário a construção de equipamentos que assegurem continuamente o tratamento e distribuição de água de qualidade e a drenagem e tratamento de águas residuais, exemplo disso é a ETA de Lever e a ETAR em Vila Nova de Gaia.

3. Integração social e segurança;
No que toca à integração social os problemas que estão na base deste factor têm origem em factores estruturantes e manifestam-se em diferentes escalas geográficas. Para que a integração seja bem sucedida podemos ver uma crescente conjugação de esforços por parte dos municípios, do governo, das instituições religiosas e das associações de emigrantes e outras associações não-governamentais, sem fins lucrativos.
São estas instituições que promovem iniciativas de combate à pobreza e à exclusão das populações mais carenciadas. Por exemplo a associação cativar disponibiliza um espaço de apoio para estes casos.
Concluindo para que a exclusão de imigrantes e minorias étnicas entre outros termine é necessário:
-qualidade de vida ao nível local;
-segurança urbana e inclusão social;
-investigação urbana;
-participação;
-politicas transversais;
-plataformas de cidades (associações).

4. Potencializar o envelhecimento;
Cada núcleo urbano lida de forma diferente com a problemática do envelhecimento e cada uma delas integra-os de
modos diferentes.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) criou o Global Age-Friendly Cities Project que promove o envelhecimento activo da população através de acções como: -programas dirigidos para idosos;
-promoção do contacto intergeracional;
-instituições locais de promoção e bem-estar;
-serviço domiciliário;
-alterações físicas no território;
-sessões de esclarecimento relativas aos seus direitos;
-voluntariado que promova o bem-estar dos idosos;
-rede de transportes adequada;
-contacto com as tecnologias de informação e comunicação.

5. Reabilitação e renovação urbanas;
As áreas urbanas apresentam-se degradadas desde 1973 onde eram propostos planos de urbanização de pormenor para renovar edifícios que apresentam más condições de salubridade, solidez, estética e risco de incêndio.
Depois do 25 de Abril de 1974 surgiram apoios à regeneração e reabilitação urbanas (estratégia de intervenção urbana em áreas degradadas). Estes projectos eram destinados a melhora as condições físicas, as potencialidades sociais, económicas e funcionais para promover uma qualidade de vida melhor aos residentes, conservando identidades e características da área. A entrada de Portugal para a UE trouxe mais fundos e com estes criaram-se programas de reabilitação/recuperação (1976-1999), tais como: PRID, RECRIA, REHABITA, RECRIPT, SOLARH e REABILITA.
Mais tarde o REABILITA reunia todos os outros programas destinando-se também aos apoios à construção, renovação, reconstrução de infra-estruturas urbanas e a conjuntos urbanos alvo de reabilitação.
Como programas europeus para intervenção nestas áreas degradadas houve vários, os principais são:
-PRAUD;
-URBAN (destina-se apenas ao centro das cidades e respectivas periferias). Enquadrados nos planos de desenvolvimento regional também se criaram programas como: IORU (intervenção operacional e renovação urbana) baseia-se em três medidas. Este programa complementou-se com os programas atrás referidos, também se articulou com o projecto luta contra a pobreza e com a criação do rendimento mínimo garantido. Outro programa foi o PROSIURB (programa de consolidação do sistema urbano nacional e de apoio à execução dos planos directores municipais) consiste na reabilitação do sistema urbano nacional exceptuando as áreas metropolitanas. O subprograma 1 do PROSIURB, incide na valorização das cidades médias actuando em vários domínios tais como: infra-estruturas básicas, equipamentos de utilização colectiva entre outros. Este programa não foi bem sucedido devido a questões económicas no entanto serviram de exemplo aos seguintes, o POLIS e o PROCOM.
O POLIS (programa nacional de requalificação urbana e valorização ambiental das cidades) divide-se em quatro componentes que incidem sobre a melhoria da qualidade de vida urbana.
O PROCOM (programa de urbanismo comercial) dirige-se à revitalização do pequeno comércio tradicional da cidade.
Por exemplo, EVORACOM está enquadrado no PROCOM concedeu benefícios fiscais aos comerciantes e à autarquia no âmbito da modernização e requalificação dos mesmos.
Resumo elaborado por Catarina Santos / 11ºB




11.12.08

GOOGLE EARTH & FIREFOX

Para instalares as seguintes aplicações, basta clicar em cada uma das imagens:





Bom estudo!

luis pedro abreu

26.11.08

TER / Exemplo de casa abandonada em Vila Flor



No âmbito da pesquisa realizada pelos alunos da turma B do 11º ano, aqui está mais um exemplo de um núcleo de interesse turístico que, infelizmente, se encontram ao abandono bem no centro de Vila Flor...
Sugestão: Laura Sá Morais
Bom estudo!
luis pedro abreu

3.11.08

TER / ROIOS / VÁRIOS EXEMPLOS





No âmbito da pesquisa realizada pelos alunos da turma B do 11º ano, aqui estão mais alguns exemplos de possíveis núcleos de interesse turístico que, infelizmente, se encontram ao abandono...

A pesquisa é da autoria da aluna Catarina Penafria e PARA VER TODAS AS FOTOS basta clicar na imagem de baixo:


ROIOS / TER



Bom estudo!

luis pedro abreu

21.10.08

CASA 4 / SAMÕES / TER


















4. Apesar de já estar reconstruída, poderia ser turismo rural pois é bastante rústica.
Joana Bastos / Catarina Madureira / Katy Gomes - 11ºB

CASA 2 / SAMÕES / TER





















2. Esta está a ser reconstruída, podendo ser turismo de habitação pois tem algum valor histórico (é chamada “A Casa dos Almendras”). Esta também possui um espaço muito amplo e paisagens magníficas;

Joana Bastos / Catarina Madureira / Katy Gomes - 11ºB

CASA 3 / SAMÕES / TER

CASA 2 / SAMÕES

3. Estes “restos de casa” poderiam vir a ser uma grande atracção para turismo rural, pois tem um lagar ao lado, casas onde vivem ainda pessoas, objectos que podem servir de decoração e espaço para construir uma piscina por exemplo.

Joana Bastos / Catarina Madureira / Katy Gomes


11ºB

CASA 1 / SAMÕES / TER / POTENCIAIS NÚCLEOS DE INTERESSE

CASA 1 / SAMÕES

1. Esta poderia ser reconstruída para turismo rural. Ainda foi iniciada a reconstrução, mas por falta de verbas não foi possível continuar. Esta casa é um exemplo de não apoiarem estas iniciativas. Todas as fotografias que contêm objectos rústicos pertencem a esta casa que, poderiam ser utilizados como decoração. As paisagens são as possíveis “vistas” dos quartos desta casa. Podemos constatar com estas fotografias que esta reúne todas as condições para turismo rural, pois tem um espaço amplo;

BASTA CLICAR NA IMAGEM PARA VER TODAS AS FOTOS!

Joana Bastos / Catarina Madureira / Katy Gomes

11ºB

TER / EXEMPLOS EM VILA FOR






















Casa do caseiro pertence a "Casa dos Barrosos" - Rua do Palame - foto de cima.

Entrada na casa designada por "Casa dos Barrosos" no largo da calçada em Freixiel.

Exemplos de casas em espaço rural com assinalável potencial turísitico - Freixiel.

Catarina Penafria / 11ºB

13.10.08

11ºB / TURISMO EM ESPAÇO RURAL

TAREFA:

- Pesquisar e fotografar casas devolutas com manifesto interesse patrimonial que pudessem ser capitalizadas para projectos de TER.

- Exemplo:


Solar dos Montalvões em ruínas desde que foi abandonado pelos seus proprietários (Eiró, Chaves)
Boa pesquisa de campo!
luis pedro abreu

4.6.08

CONCURSO DE FOTOGRAFIA / RESULTADOS



1º LUGAR


João Almeida / Separação de lixo. Rua do Olival / Vila Flor

2º LUGAR


Sara Dias - Casa abandonada no Gavião, Vila Flor (mau exemplo)

3º LUGAR


João Almeida / Lixo doméstico e escombros de obras. Estrada nacional Vila Flor Sampaio

4º LUGAR


Cláudia Resende / Lixeira / Maus exemplos

O Júri agradece a colaboração de todos!

Bom estudo,

luis pedro abreu / paulo trigo / aníbal gonçalves

20.5.08

CONCURSO DE FOTOGRAFIA / IMAGENS RECEPCIONADAS

BONS E MAUS EXEMPLOS AMBIENTAIS DO CONCELHO DE VILA FLOR

CONCURSO DE FOTOGRAFIA

Para ver todas as fotos, bem como o autor(a), basta clicar na imagen e ir directamente para o álbum.

Bom estudo,

luis pedro abreu


4.3.08

REGULAMENTO DO CONCURSO DE FOTOGRAFIA



Concurso de Fotografia Digital

Tema: Bons e Maus Exemplos Ambientais no Concelho de Vila Flor

Regulamento

No âmbito do tema subordinado às questões ambientais do nono ano de escolaridade, o Grupo de Geografia leva a efeito um concurso de fotografia, com base no seguinte regulamento:

1.Serão admitidos a concurso todos os trabalhos apresentados por alunos do 9ºA;

2.Todos os trabalhos apresentados deverão estar relacionados com o tema do concurso;

3.Os trabalhos apresentados deverão ter um formato compreendido entre 15 x 20 cm (mínimo) e qualidade digital suficiente para publicação online (mínimo 100kb).

4.Fotografias compostas, sobreposições e imagens manipuladas digitalmente, assim como fotografias com qualquer outro artifício são excluídas do concurso.

5.Cada concorrente poderá apresentar no máximo três fotografias.

6.Cada fotografia deverá ser acompanhada pelo título, local onde foi tirada e nome completo do autor.

7.O júri que vai apreciar os trabalhos será constituído pelos docentes Aníbal Gonçalves, Paulo Trigo e Luís Pedro Abreu.

8.Das decisões do júri não haverá recurso.

9.Todos os trabalhos deverão ser enviados para o mail
geoapoio@gmail.com ou em suporte digital entregue ao docente da disciplina de Geografia

10.O prazo de recepção dos trabalhos termina em 16 de Maio de 2008

11. Serão atribuídos prémios (a definir pelo Conselho Executivo da escola) aos TRÊS melhores trabalhos colocados a concurso.

12.Os casos omissos deste regulamento serão decididos pelo júri.

Bom Trabalho!

Luis Pedro Abreu

25.2.08

9.1.08

GREENPEACE - ONG DE CARIZ AMBIENTAL



ONG:GREENPEACE

Sugestão: João Almeida

O que é?
O Greenpeace é uma organização não governamental (ONG).

Objectivos
O Greenpeace tem como objectivo defender o meio ambiente criando campanhas dedicadas às áreas de florestas (por exemplo a Amazónia, no Brasil); o clima; os problemas nucleares; os oceanos; a engenharia genética; as substâncias tóxicas e a energia renovável. Esta organização internacional promove ainda a paz, inspirando as pessoas a mudarem as suas atitudes e os seus comportamentos.

Curiosidades
Ao longo de sua história esta organização conseguiu algumas importantes “vitórias” como o fim dos testes nucleares no Alasca e no Oceano Pacífico, o encerramento de um centro de testes nucleares americano, a proibição da importação de pele de morsa pela União Europeia, a moratória à caça de baleias, a prateação da Antárctida contra a mineração e por fim no Brasil, o Greenpeace conseguiu vitórias principalmente na Amazónia, denunciando a extracção ilegal de madeira da região investigando, expondo e confrontando crimes ambientais.

Por não aceitar doações de governos, empresas ou partidos políticos, o Greenpeace existe graças à contribuição de milhões de colaboradores em todo o mundo, que garantem a sua independência e o seu compromisso exclusivo com os indivíduos e com a sociedade civil. Hoje, o Greenpeace está presente em mais de 40 países e conta com a colaboração de aproximadamente 3 milhões de pessoas.


Vídeo



Imagens da organização:







SITE OFICIAL:
http://www.greenpeace.org/

Bom Estudo!

13.12.07

FUNDAÇÃO DO GIL



ONG: Fundação do Gil

Sugestão: Sara Dias


Breve descrição das actividades da Fundação do Gil:

A Fundação do Gil tem como fins principais: contribuir para o bem estar, a valorização pessoal e a plena integração social das crianças e dos jovens que, por razões de natureza diversa, se encontrem internados, por períodos prolongados, em unidades hospitalares, prisionais ou outras.
Vídeo promocional da Fundação do Gil


Exemplo de actividades promovidas pela Fundação do Gil:



Bom estudo!
luis pedro abreu

5.12.07

UNICEF



Sugestão: Débora Lopes 9ºA nº9

A UNICEF

O que é?

A UNICEF é uma agência das Nações Unidas que tem como objectivo promover a defesa dos direitos das crianças, ajudar a dar resposta às suas necessidades básicas e contribuir para o seu pleno desenvolvimento. A UNICEF rege-se pela Convenção sobre os Direitos da Criança, e trabalha para que esses direitos se convertam em princípios éticos permanentes e em códigos de conduta internacionais para as crianças.

O que faz?

A UNICEF é a única organização mundial que se dedica especificamente às crianças. Em termos genéricos, trabalha com os governos nacionais e organizações locais em programas de desenvolvimento a longo prazo nos sectores da saúde, educação, nutrição, água e saneamento e também em situações de emergência para defender as crianças vítimas de guerras e outras catástrofes. Actualmente,
trabalha em 158 países de todo o mundo.

A unicef trabalha especialmente na area da protecção das crianças e dos seus
direitos:

Em 20 de Novembro de 1989, as Nações Unidas adoptaram por unanimidade a Convenção sobre os Direitos da Criança (CDC), documento que enuncia um amplo conjunto de direitos fundamentais – os direitos civis e políticos, e também os direitos económicos, sociais e culturais – de todas as crianças,
bem como as respectivas disposições para que sejam aplicados.

A CDC não é apenas uma declaração de princípios gerais; quando ratificada, representa um vínculo juridíco para os Estados que a ela aderem, os quais devem adequar as normas de Direito interno às da Convenção, para a promoção e protecção eficaz dos direitos e Liberdades nela consagrados.

Este tratado internacional é um importante instrumento legal devido ao seu carácter universal e tembém pelo facto de ter sido ratificado pela quase totalidade dos Estados do mundo (192). Apenas dois países, os Estados Unidos da América e a Somália, ainda não ratificaram a Convenção sobre os Direitos da Criança.

Portugal ratificou a Convenção em 21 de Setembro de 1990.

A Convenção assenta em quatro pilares fundamentais que estão relacionados com todos os outros
direitos das crianças:

• a não discriminação, que significa que todas as crianças têm o direito de desenvolver todo o seu potencial – todas as crianças, em todas as circunstâncias, em qualquer momento, em qualquer parte do mundo.

• o interesse superior da criança deve ser uma consideração prioritária em todas as acções e decisões que lhe digam respeito.

• a sobrevivência e desenvolvimento sublinha a importância vital da garantia de acesso a serviços básicos e à igualdade de oportunidades para que as crianças possam desenvolver-se plenamente.

• a opinião da criança que significa que a voz das crianças deve ser ouvida e tida em conta em todos os assuntos que se relacionem com os seus direitos.

A Convenção contém 54 artigos, que podem ser divididos em quatro categorias de direitos:

• os direitos à sobrevivência (ex. o direito a cuidados adequados)
• os direitos relativos ao desenvolvimento (ex. o direito à educação)
• os direitos relativos à protecção (ex. o direito de ser protegida contra a
exploração)
• os direitos de participação (ex. o direito de exprimir a sua própria
opinião)

Para melhor realizar os objectivos da CDC, a Assembleia Geral da ONU adoptou a 25 de Maio de 2000 dois Protocolos Facultativos:

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo à venda de crianças, prostituição e pornografia infantis (ratificado por Portugal a 16 de Maio de 2003);

Protocolo Facultativo à Convenção sobre os Direitos da Criança relativo ao envolvimento de crianças
em conflitos armados (ratificado por Portugal a 19 de Agosto de 2003);

SITE:
http://www.unicef.org.br